terça-feira, 26 de outubro de 2010

Suave e doce...e amargo e só.
O tempo que passa, silencioso.
Chamar a quem?
O que há dentro?
O que se passa?
Quando começou?
Trágico e cômico...turbilhão e paz.
A explodir na inercia do tempo,
Que passa, silencioso.

E tudo que eu andava fazendo e sendo eu não queria que ele visse nem soubesse, mas depois de pensar isso, me deu um desgosto porque fui percebendo (...) que talvez eu não quisesse que ele soubesse que eu era eu, e eu era.

Caio Fernando Abreu